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Artigo de associado CEAJ

Produção de revestimento cerâmico

Adenilson Roberto Coelho1, Geórgia Cristina Roveda Campos1, Carine Cardoso dos Santos1, Helena Ravache Samy Pereira1, Tássia Furlaneto1

1 Centro Universitário Católica de Santa Catarina – Rua Visconde de Taunay, no 427, Joinville, Santa Catarina, Brasil. E-mail: adenilson_rcoelho@hotmail.com, georgia.campos@catolicasc.org.br, helena.pereira@catolicasc.org.br

RESUMO

Em situações de diferença abrupta de temperatura, como os incêndios, as estruturas devem suportar ao choque térmico. Portanto, esse artigo tem como objetivo avaliar o comportamento do concreto submetido às elevadas temperaturas e o posterior resfriamento brusco. Para isso analisou-se este efeito nas resistências características com fck de 25, 35 e 40MPa. As análises observaram as perdas de resistência, coloração e presença de fissuras nos concretos. Para isso, os corpos de prova foram submetidos às temperaturas de 300, 600, 900 e 1200oC du- rante 90 minutos e depois resfriados. As resistências características de compressão dos corpos de prova foram comparadas ao concreto de referência e aos dados da bibliografia, obtendo-se a perda de resistência dos con- cretos resfriados bruscamente. Os resultados obtidos mostram que os concretos com fck de 35 e 40MPa apre- sentam maior perda de resistência quando comparados ao concreto com fck de 25MPa. Entretanto, nas tempe- raturas de 900 e 1200oC, o percentual de perda é igual ao concreto com fck de 25MPa. Isso remete ao fato, de que quanto mais resistente for o concreto, e submetido à variação de temperatura, maior será a perda percentual e a incidência do surgimento de fissuras quando aquecido e resfriado.

Palavras-chave: Temperatura. Incêndio. Resfriamento. Resistência. Concreto. Fissuras.

Baixe o artigo na integra aqui

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